quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Setembro...


as chuvas de setembro
somente as chuvas do setembro vermelho podem lavar o sangue derramado
gotas de lagrimas de almas infames


com gotas de dor e sofrimento lavais a terra em que derramaste o próprio sangue
chamas a morte de amiga
tirai vos do sofrimento


chuvas de setembro q limpam os campos
que eleva as almas
que destroe as lembranças que não deveriam se apagar


na eternidade ficaram trancadas
leves como uma pena quando não lembradas
sua ressurreição é a morte provável
um fardo que esmaga um corpo mortal


que pune o imortal ...
minha vida era apenas o q eu desejava
a luz que me guiava ao fim do túnel era atraente
mas era o fogo do inferno


que queimou minha alma junto a minha gloria
meus desejos e anseios foram esquecidos trancados na eternidade
quando as luzes se apagam é chegada a hora do sofrimento eterno
em que lagrimas não causam piedade somente o impeto domina os olhares infames


tao infame quanto a princesa morta no paraíso
levada a um novo estagio de sua dor
de sangue banhada de vida alimentada
e punida
com a própria dor


como um pássaro de asas cortadas
cai em agonia clamando pela liberdade impossível
afogado no próprio sangue ate a morte
sem luz no fim


com somente o fogo do inferno a sua espera
o desespero é sufocante
onde não existe ar sufoca se apenas no próprio desespero
ate que a eternidade acabe...

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