as chuvas de setembro
somente as chuvas do setembro vermelho podem lavar o sangue derramado
gotas de lagrimas de almas infames
com gotas de dor e sofrimento lavais a terra em que derramaste o próprio sangue
chamas a morte de amiga
tirai vos do sofrimento
chuvas de setembro q limpam os campos
que eleva as almas
que destroe as lembranças que não deveriam se apagar
na eternidade ficaram trancadas
leves como uma pena quando não lembradas
sua ressurreição é a morte provável
um fardo que esmaga um corpo mortal
que pune o imortal ...
minha vida era apenas o q eu desejava
a luz que me guiava ao fim do túnel era atraente
mas era o fogo do inferno
que queimou minha alma junto a minha gloria
meus desejos e anseios foram esquecidos trancados na eternidade
quando as luzes se apagam é chegada a hora do sofrimento eterno
em que lagrimas não causam piedade somente o impeto domina os olhares infames
tao infame quanto a princesa morta no paraíso
levada a um novo estagio de sua dor
de sangue banhada de vida alimentada
e punida
com a própria dor
como um pássaro de asas cortadas
cai em agonia clamando pela liberdade impossível
afogado no próprio sangue ate a morte
sem luz no fim
com somente o fogo do inferno a sua espera
o desespero é sufocante
onde não existe ar sufoca se apenas no próprio desespero
ate que a eternidade acabe...
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