numa madrugada fria cinzenta comum mais uma vez de volta ao lar
depois de uma comum caçada a almas inocentes, um encontro inesperado proibido mudaria para todo sempre o destino de muitas vidas.
uma mulher com um olhar estranho nunca visto antes, ainda mais surpreendente que não despertava sede nem aquele velho instinto q atraia as vitimas, uma pequena aproximação, e o jovem pergunta a aquela bela jovem o que ela fazia ali nesse horário. ela meio assustada diz que não tem família então não deveria se preocupar com o que as pessoas diriam pois ela faz o que quer de sua vida, quer somente encontrar a felicidade. notava se que a garota estava embriagada, o que causou mais interesse ainda por parte do jovem .
e ela devolvendo a pergunta, ele diz que ela não precisava saber e oferece sua companhia para leva la embora, ela recusa o que não o deixa surpreso pois a companhia de um estranho na madrugada é um tanto suspeita ele nem reluta nem pergunta o motivo da recusa. sem necessidade de pergunta ela diz que não tem destino, não tem para onde voltar.
tanto mistério envolvia cada vez mais o jovem, que sentia cada vez menos vontade de sair daquele local, e num impulso a convida para conhecer sua casa, e ela sem mais perguntas aceita logo o convite.
em toda sua vida o rapaz nunca tinha vivido situação igual com todo o seu poder de sedução nunca se sentiu tao atraído por alguém. mal sabia ele que a morte estava a espreita daquela jovem.
a caminho de sua casa a bela jovem estranha um pouco os caminhos mas demonstra apenas com expressões bem notáveis e pergunta se ainda falta muito, o jovem com uma expressão descontraída pede para q ela feche os olhos ela torna mais visível suas expressões mas logo fecha os olhos, o rapaz pede para q ela só abra quando ele pedir, e assim ela faz.
quando ela abre os olhos já esta diante de uma casa magnifica com jardins imensos porem melancólicos, ao entrar na casa, estranha um lugar tao grande tao belo sem a presença de nenhum empregado e logo pergunta onde se encontravam os criados, o rapaz diz q não ha criados ali por que não ha necessidade.
ela sente que ha mais mistérios do que ela podia imaginar. rapaz a guia ate seus aposentos os dois em silencio porem num mesmo pensamento, ao chegar a porta de seu quarto ele diz: bem é aqui que a senhorita passara a noite. e ficam parados diante da porta se olhando sentido os mesmo desejos e como se já soubessem que deviam fazer isso se beijam ardentemente como um casal apaixonado a anos redescobrindo o amor. entram no quarto num desejo fatigante por se deleitarem no prazer de seus corpos. uma musica, ouvia se de longe triste mas os barulhos do amor eram intensos a musica se tornava quase imperceptível.
começou ali um amor cheio de mistérios, que jamais nenhum dos dois quis desvendar.
o orgasmo foi como o primeiro, prazeroso como vir ao mundo, chegava assustar.
passado os momentos de extremo prazer o jovem pergunta a garota o que havia acontecido com sua famila, ela pensa em negar a se responder mas vê que não ha nada de mais em contar, então ela começa.
numa noite sua família estava a mesa de jantar depois de um dia cansativo de trabalho em sua pequena propriedade que prosperava mais a cada dia, ouvem os cães incessantes latirem rosnarem o pai da garota vai ate a porta da uma breve olhada mas nada vê. mal sabia ele que estava sendo observado a cada passo, volta a mesa e somente o silencio e olhares amedrontados tomavam seus rostos de repente arrancando a porta três homens que sorriam davam gargalhadas como se estivessem fazendo algo extremamente comum invadem sua humilde casa escolhendo qual daqueles pertenceria a eles, logo viram que eram três vampiros todos quase imoveis diante daquela cena por alguns segundos, começava a tortura os gritos. e apenas eu, disse a jovem consegui escapar por que estava trancada em meu quarto por uma discussão ocorrida com meu pai por que eu não aguentava mais tanta miséria.
a partir dai mais nenhuma pergunta fez o jovem que deu um abraço e disse que a partir daquele momento ela estaria protegida em seus braços. com lagrimas nos olhos ela correspondeu ao forte abraço.
o rapaz percebia que ia ser impossível esconder sua condição cessando o abraço pede a garota que olhe para os seus olhos e não o odeie depois do que ele dirá.
ela com um olhar assustado pede pra que ele conte logo. e então ele começa com palavras sutis diz q vive numa condição triste ao olhar da humanidade que era um bruxo, ela meio sem acreditar sem entender pede por uma melhor explicação, então ele diz com palavras diretas que se alimenta de almas de pessoas inocentes, a garota com um olhar de desprezo pergunta: então eu sou a sua próxima vitima?.
o rapaz responde: jamais tocaria você com malicia e tambem jamais permitiria que alguem fizesse isso.
ela sem entender o motivo com um olhar de indagação fica calada e ele continua a falar... não sei por que motivo mas eu não senti por um momento sequer vontade de vê la morta de absorver sua vida nem que você fosse a ultima alma deste mundo. e apenas um gesto de amor da fim a conversa sem mais perguntas sobre o passado.
a única coisa que preocupava o jovem bruxo é que a vida de sua amada nem sua beleza eram eternas como a dele e isso era um fato imutável.
numa noite já era comum a garota ver seu amado ir a caça pois não havia outra maneira dele continuar vivo então a única alternativa era aceitar a vida que a ele foi dada.
não imaginava ela que aquela noite foi a ultima que ela o veria
ela via a cena acontecida no dia em q perdeu sua família se repetir tomada de um medo absurdo chama por seu amado que estava longe.
quando ela vê um rosto estranho em sua janela sente a agonia da morte lhe tocar, quando o estranho quebra a vidraça e vai em sua direção com um olhar atraente como se quisesse dizer que esta tudo bem para ela fique tranquila a toma em seus braços e num golpe certeiro retira todo o seu sangue a deixando sem uma gota de esperança.
o sol já estava próximo e o vampiro ainda saboreava a carne da bela jovem. quando seu amado chega e vê aquela cena. o vampiro se assusta ao ver que ela pertencia a um bruxo tenta dizer em voz tremula que não sabia clama perdão.
palavras nem ouvidas pelo rapaz inconsolável com um ódio extremo lança um olhar de puro ódio contra aquele ser sanguinário e lança a praga... jamais um ser que vivesse de sangue sentiria o sol novamente. e o vampiro salta para fora da casa e olha para o horizonte o alvorecer estava chegando meio sem acreditar em tal praga continua seu caminho, e a chegada do primeiro raio de sol sente sua vida acabar torna se luz. e assim começou o eterno ódio dos imortais.
aqui ta o link de download da musica clarisse do legiao urbana que me inspirou nisso: download
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