sexta-feira, 2 de abril de 2010

mais uma merda que ninguem vai ler

as vezes eu me sinto egoista demais por que sequer consigo chorar
apesar da vontade...
penso em fazer coisas boas pelas pessoas q realmente valham a pena dar tudo de mim para ajudar alguem
talvez nisso eu seja notado ou me destaque

mas quando penso assim acho cada vez mais q seria egoismo q so estaria fazendo isso por mim nao pelos outros realmente
talvez eu precise realmente disso fazer bem a mim e aos outros talvez nao seja tao ruim assim
mas pra isso teria q me desprender do meu mundanismo e nao temer a solidao

pelo menos isso eu ja aprendi um poudo na base da convivencia
de tanto querer ter alguem para me escutar eu ja aprendi a achar outras alternativas como em minha imaginaçao falar com alguem que seria eu mesmo imagino cada frase q estaria falando a alguem que eu gostaria que me ouvisse o q diria o q eu faria...

mas infelizmente quando encontro alguem disposto a me ouvir nunca escuto o q quero.
assim ja desisti talvez eu mesmo seja a minha melhor companhia
pois minha imaginaçao nao revelara meus segredos a ninguem.
quando eu paro de imaginar e nao sinto mais aquela presença q eu sentia enquanto imaginava me vem uma dor tao forte uma vontade imensa de chorar mas as lagrimas ja me faltam ao inves de chorar prefiro acender um cigarro e na falta do cigarro acabo me punindo sem piedade

se nem mesmo eu que sou meu maior companheiro nao tenho piedade de mim quem tera?
eu so queria uma vez sentir que alguem sente pena de mim
muitos insignificantes tem mais sorte que eu por esse motivo as pessoas sentem pena deles
mas quando nao somos dignos nem mesmo de pena as esperanças vao ficando a cada momento mais distantes a cada pensamento a cada batida do coraçao

nem mesmo coragem pra me matar eu tenho. isso me doi muito talvez eu seja medroso demais pra realizar meus desejos. ter planos todos tem mas ao longo da vida eu imagino q eles sejam sentidos casa vez mais proximos de quem os idealiza, mas no meu caso é diferente cada vez eu fico mais distante viajando eu meus pensamentos tentando achar uma soluçao pro q eu nem sei oq é assim as duvidas e dificuldades aumentam as frases de auto ajuda me corroem elas fazem tudo parecer tao facil
facil pra kem fala pq nao precisa delas e certamente se algum dia precisar vai saber q elas sao mais inuteis do q eu. uma vez eu disse num bom momento que .... os momentos mais inesqueciveis sao aqueles em q nos esquecemos de tudo... acho q nunca pensei algo tao real quanto isso tanto q os unicos momentos que posso dizer que lembro com alguma gloria foram esses e, que me esqueci que eu era que vivia que pensava.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Tristeza da lua

intrespassável lua o com tua beleza iluminaste minhas mais belas e felizes noites
únicas indescritíveis... deu me o maior amor de minha vida
porem ao se por levou o contigo
tirou de mim a vida

a felicidade que o sol trazia era ilusão passageira
derreteria minha pele com minha felicidade
ó lua volte a mim
ó lua querida diga me o que é felicidade

ó lua volta a tona trazendo a minha vida
dizes a mim por que foi embora com meu coração
dizes a mim por que o sol trouxe me a morte
sera ela inevitável?

ó vida profana
sanidade não trara o que desejo
trazes a mim um sorriso pra esquecer me por um segundo que vivi
trazes a mim meu amor perdido que me fere sangra em minha alma ate nos dias mais claros

lembro do teu vigor tua beleza imensa que clareava minhas noites
ó lua triste porque escolhestes a mim para compartilhar tua tristeza
seria eu capaz de suporta la
ou a morte me ajudaria?

os tristes os olhos azuis de minha amada tao triste a vida percorrida
o teu brilho me trara de volta
meu espirito ascendera novamente sobre teu corpo
dizes de teu amor

dizes de tua vida
clama por mim
eu te escutarei
chamai vos eu te amparo

no buraco sem fim desço a escuridão mais profunda resgato tua vida... tua alma
meu violino toca suave a tua espera...

Epitafios

como um epitáfio apagado pela poeira dos cemitérios
esquecido ate mesmo pela morte
rastejando dia pós dia atras de respostas jamais encontradas
cair no esquecimento é fácil

matar desejos é o mais conveniente
assim como matamos nossas almas brancas
chegamos ate a duvidar de sua existência
enquanto os deuses tocam suas sinfonias angelicais
os mortais perseguem um ideal vago de vida
que logo acaba assim como seu corpo e sua alma morta
uma eternidade seria longa para esperar pelo fim?
ou a vida que é curta?

a vida foi longa naquele entardecer que dançávamos
nos despedindo dos últimos raios de sol
quem diria q fora a despedida do meu amor
despedida da minha felicidade
boas vindas as trevas apaixonadas pela morte

forte como as chamas do sol
um amor que se apaga congela um mundo
que para de girar transporta o ódio
cólera agonizante

ó meu anjo da floresta a morte es injusta
mandai a flecha do alem leva me contigo....
como epitáfios apagados pela poeira dos cemitérios
minha vida se apaga a cada momento...

Somniu

alma triste de olhar doloroso
de toque gelado sem brilho de vida
a vida não pode mais ser chamada de vida
mas sim martírio eterno

luto a minha alma
eterno luto constante infinito
como as lagrimas da feiticeira negra em sua ascensão
como o sangue justo derramado

numa cela escura tremer já não alivia o frio
que já se tornou comum como a tristeza que domina o ar
lamentações já não livram a dor do tempo que já não passa
que não se sente, seria uma eternidade?

viveria quantas eternidades fossem necessárias
para repetir aquela cena de crepusculo única de felicidade
em que junto com os raios de sol esvaia-se a vida de minha amada
condenado pela eternidade a carregar o fardo de sofrimento
com correntes de ódio prendendo meus pés e mãos
vivo em sonho aquele eterno alvorecer que carregaste minha vida e meu amor

Setembro...


as chuvas de setembro
somente as chuvas do setembro vermelho podem lavar o sangue derramado
gotas de lagrimas de almas infames


com gotas de dor e sofrimento lavais a terra em que derramaste o próprio sangue
chamas a morte de amiga
tirai vos do sofrimento


chuvas de setembro q limpam os campos
que eleva as almas
que destroe as lembranças que não deveriam se apagar


na eternidade ficaram trancadas
leves como uma pena quando não lembradas
sua ressurreição é a morte provável
um fardo que esmaga um corpo mortal


que pune o imortal ...
minha vida era apenas o q eu desejava
a luz que me guiava ao fim do túnel era atraente
mas era o fogo do inferno


que queimou minha alma junto a minha gloria
meus desejos e anseios foram esquecidos trancados na eternidade
quando as luzes se apagam é chegada a hora do sofrimento eterno
em que lagrimas não causam piedade somente o impeto domina os olhares infames


tao infame quanto a princesa morta no paraíso
levada a um novo estagio de sua dor
de sangue banhada de vida alimentada
e punida
com a própria dor


como um pássaro de asas cortadas
cai em agonia clamando pela liberdade impossível
afogado no próprio sangue ate a morte
sem luz no fim


com somente o fogo do inferno a sua espera
o desespero é sufocante
onde não existe ar sufoca se apenas no próprio desespero
ate que a eternidade acabe...

visao de amor


aquela bela com seu corpo desnudo
de feitiçaria seria mestra
de possessão perfeita
me prende a seu corpo


como as arvores no chão
no gozo de seu corpo sinto o paraizo
paraizo perigoso
de prazer infinito


trazendo a mim orgasmos
últimos com meu peito que sangra
em ultimo orgasmo em corpo perfeito
de dor eu a fecundo


ó mulher da noite de prazer infinito
porque tu tens prazer em meu sangue?
retiras de minha vida tua eternidade
mas não sabias esta perfeita que carregava eu a praga


torna se uma mulher de coração e alma profundas
impossível cair no esquecimento toda sua juventude
retirada a força de pecadores inocentes
em frente a sua beleza deseja apenas a morte


torna-se tao fácil conquistar seu desejo
só mais um passo para o fim
mais um passo para a eternidade

Erzebeth

tao o triste sol
tao brancos os dias
ó falta fazem os dias de gloria
os dias de dor

os dias em q infringir a dor ao corpo virgem era meu deleite
a neve traz lembranças frias lembranças tortuosas
lassitude traz o sol
infeliz lua trancada eternamente

morta de beleza infinita
alma puritana transformada apenas em desejos
ate q a morte a carregue pra deus sabe onde
infeliz vida traz o sol com seu brilho

triste a alma q perecera á sua luz
á seu calor á sua magnitude
infames dias de dor e gloria em q minha juventude fora eterna
ate o dia em q o sangue nobre fora derramado

junto com ele minha gloria esvaia se eternamente
julgado na cobiça...
sua morte é sua açao
meu coraçao é o q vc deseja

é tambem o q vc jamais destruira
Eezebeth Bathory

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Todesbonden - Sleep Now Quiet Forest


Obs: a banda é americana é raro algo tao bom vir dos EUA mas dessa vez é uma banda que realmente vale a pena
genero - gothic metal
fundada por Laurie Ann Haus (Autumn Tears)
musicas 

1. Surrender To The Sea
2. Surya Namaskara 
3. Trianon
4. Aengus Óg's Fiddle
 5. Fading Empire
 6. Ghost Of The Crescent Moon 
 8. Sailing Alone  9. Lullaby [The Wickerman Movie Soundtrack cover]
10. Battle Of Kadesh 
11. Sleep Now, Quiet Forest Sleep



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terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

minha maior inspiraçao pra escrever


lembro me dos meus primeiros dias de infelicidade, quando era pior e mais feio que todos sempre com inveja de quem se dizia feliz não reclamava de nada em sua vida, ou as vezes por simplesmente ver um rosto uma pessoa comum sociável sempre como o resto da multidão , imaginando como suas vidas seriam boas, imaginava tanto que subia um ódio regado de inveja, porem ao mesmo tempo um imenso desejo de viver como eles, nesses momentos eu já sentia que a sobriedade não era meu melhor estado, porem eu ainda não havia experimentado nenhum momento sequer de insanidade nem sabia ao certo se era isso realmente que me daria meus segundos de felicidade. nessa época ainda não me indagava como pode ser uma criança tao profundamente infeliz.
ate um certo tempo jamais me imaginei chegando aos 18 anos, sempre pensava que seria melhor livrar o mundo de minha presença o mais cedo possível. com varias tentativas frustradas de realizar esse plano silenciosamente as vezes ficando um ou dois dias sem comer e tomar água, mas sempre tudo em vão, meus extintos sempre falavam mais alto, e caia na tentação mas a cada gole de água a cada vez que eu comia algo sempre vinha aquele pensamento de que estaria fazendo errado, que deveria me segurar, sempre pensando amanha eu vou conseguir logo tudo vai melhorar e eu não vou mais estar aqui.
aos 9 anos de idade não suportava a ideia de ser visto com lagrimas no rosto, sempre procurava um canto pra chorar, muitas vezes imaginando como seria se eu me fosse naquele momento, imaginando meu funeral numa pequena capela bem vazia com aquelas pessoas que gostam de saber das novidades mesmo que em cima do sofrimento alheio, apesar de que eu não via ninguém sofrendo com a minha morte só imaginava que as pessoas estariam ali por que é costume pra que ninguém falasse nada, mas que logo seria esquecido eternamente e ficaria olhando do infinito mergulhado na infelicidade eterna.
logo comecei a pensar que alem de sem comer e beber passaria os dias sem dizer uma palavra, absolutamente nenhuma, na escola as vezes ate conseguia, mas em casa era inevitável, isso me frustrava muito, e com essas mesma ideias continuei ate os 11 anos de idade.
no fim da infância tudo tendia a piorar por que o tempo passava e eu estava cada dia mais sentido que aqui nai era meu lugar, varias vezes tentei ser igual aos que eu invejava mas nunca consegui sempre ridicularizado a cada tentativa já desistindo de qualquer tentativa me acomodei na condição de inferior, sujo, nojento, chato, e principalmente indesejado. sonhava varias vezes acordado com coisas tao bobas mas que me deixavam alegre me levavam a um mundo onde eu tinha meu lugar onde me sentia melhor. sempre levava os que me humilhavam ate aqueles sonhos pra poder me vingar, e nesses momentos vinham uma imensa sensação de bem estar que infelizmente era passageira e logo voltava a dor da infelicidade que já não era mais tao torturante pelo grande convívio que já tinha com ela na maioria dos dias dos últimos 2 anos de minha breve vida.
então a cada dia que passava eu via o mundo de uma forma diferente, já não era mais criança já começava a sentir coisas que para uma criança seria algo extremamente estranho, como o desejo sexual, que muitas vezes se confundia eu imaginava que todas as pessoas que me atraiam poderiam me amar e sonhava meses com isso.
aos 12 anos já afundado na tristeza comecei a fazer coisas pra tentar me encontrar no mundo descobri a auto multilação. um dia de mais tédio que o normal olhando me no espelho imaginei como seria belo meu rosto encharcado de sangue, aquela sensação do sangue escorrendo quente pelo meu pálido rosto gelado, então abri um armário no banheiro tirei uma gilete e comecei a riscar o meu rosto. nunca havia sentido algo tao prazeroso, imaginava , desejava profundamente que alguém chegasse e sentisse pena de mim,mas ninguém nunca chegava, e quando viam os cortes sempre acreditavam nas minhas desculpas esfarrapadas. isso fazia cada vez mais eu sentir como era sem importância.
então logo comecei a criar meus gostos próprios roupas pretas me atraiam ardentemente talvez por que eu já vivia o meu luto eterno. logo comecei a descobri um estilo musical do qual eu me identificava bastante, porque ate então eu não gostava de nenhuma musica, comecei a ver pessoas meio parecidas comigo em alguns gostos, conheci uma garota mais velha comecei a ter sonhos insanos com ela porem nem ousava comprimentar la muitas vezes por que como sempre já estava acostumado a não ser notado e imaginava que com ela não seria diferente, mal sabia eu o que o futuro me reservava
ate essa parte da minha vida havia tido apenas um amigo mesmo assim não era nada de grandes intimidades ele também era apenas mais um ''excluído'' do meio em que queríamos viver porem ele se sentia feliz e tinha orgulho de sua condição.
as vezes ouvia pessoas da minha turma na escola falarem que chegavam em casa de madrugada aos 13 anos isso pra mim era algo praticamente impossível, mas imaginava como seria sair conversar com pessoas talvez ate achar alguém que me queira como sempre quis. porem nada disso estava ao meu alcance não imaginava jamais que algum dia ouviria alguém dizer que me ama nem imaginava que alguém iria se atrair por mim muito menos alguém que me atraísse também.
aos 14 anos experimentei meu primeiro momento de insanidade. num dia de natal em que eu via todos começando a se embebedar e eu como sempre apenas bebendo por beber sem querer sentir grandes efeitos, ate que vi todos ficando alegres e imaginei que comigo não seria diferente, comecei a beber muito rápido pra sentir logo tao sensação que parecia ser tao prazerosa a todos
ai começaram meus sonhos insanos me senti em outro mundo vendo de longe uma historia acontecer, minha infelicidade só aumentava nem minha imaginação me trazia felicidade mais foi quando sentado olhando para o meu pé empoeirado numa rua deserta comecei a viver profundamente aquele sonho...

continua....
 bom esse sonho que tive foi aquela viajem que coloquei antes que ta com titulo de bad trip
mas agora sim o que vem depois.....


quando me faltavam pensamentos notei que meu pai me procurava pela rua, chegando em casa me colocaram embaixo de um chuveiro frio, sempre que eu via fazerem isso com pessoas bêbadas eu imaginava que realmente ajudava em algo, porem comigo não funcionou em nada apenas fiquei por horas esperando pelo efeito do banho, que nunca chegava. ate que comecei a me sentir mal sem tempo nem de pensar no que estava acontecendo comecei a vomitar sem parar ate sufocar terrivelmente. estava tao fora de mim que não passou pela minha cabeça que poderia ser aquela a hora tao desejada, a hora da partida, que infelizmente não foi. talvez me faltasse coragem para partir para algo mais serio, acho que não cheguei a fazer isso porque mesmo que eu sofresse queria ver pessoas com pena de mim pra que eu sentisse que tenho alguma importância.
logo comecei a conhecer mais pessoas, sair pra voltar tarde como imaginava que talvez não acontecesse jamais, comecei a descobrir novas formas de insanidade que ate então era meio banais não me atraiam muito mas tinha que fingir agradar pra continuar sendo totalmente aceito no grupo em que estava. o primeiro me sentia realmente bem nos momentos de insanidade no meio desse grupo, porem era algo tao superficial cheio de aparências logo eu começava a enjoar de todos e procurar novas pessoas. e foi assim que encontrei aquela garota mais velha de tempos atrás que eu não ousava comprimenta la
num dia andando pelo centro da cidade num dia de ate bastante movimento encontro me com ela e seu noivo sentados na grama de uma praça bebendo um vinho, um dos meu amigos que me acompanhavam conhecia o noivo dela, nos sentamos próximos a eles começamos a conversar e pra mim pareceu incrível que ela se lembrava de mim perfeitamente.
então todos só sábados ela me chamava pra sair com ela e seus amigos, comecei a me entusiasmar mais um pouco novas pessoas, e a garota que eu via em cima do pedestal cada vez mais próxima, a relação dela já não ia bem com o noivo depois de um certo tempo ele se mostrou muito obsessivo.
então ele sumiu por um tempo numa viajem, e eu sem falta todos os sábados atrás dela, a presença dela já havia se tornado melhor que a insanidade para aquecer meus sonhos, mesmo que ela não me amasse só de me dar atenção já me sentia realizado, porem a atenção a mim era mais especial do que pros outros amigos, só que eu não imaginava isso de forma alguma então nem percebia.
numa noite decidimos ir a um lugar marcado pra mim de muitas lembranças boas e ruins. então regados de álcool e uma droga fraca inalável (loló) embalamos nossa noite, fomos ate o pé de uma serra que eu já tinha subido algumas vezes com a antiga turma. e no embalo de álcool e nossa inocente droga resolvemos subir essa serra.
mal sabia eu que essa noite marcaria minha vida de muitas formas, mal sabia que la começaria meu primeiro amor, e também primeira amizade verdadeira.
já no topo da serra sentamo nos em roda nos drogando e bebendo como havia acontecido a noite toda, começamos uma brincadeira de verdades ou mentiras, e um outro amigo que estava mais bêbado do que a maioria perguntou a garota que eu tanto amava se ela teria coragem de ter algo comigo, nesse momento senti vontade de pular de la de cima, mas pra minha surpresa ela disse que só não tinha coragem como também sempre havia tido vontade. acho que nesse momento pela primeira vez minha infelicidade tinha sido reprimida por uma euforia imensa e natural. logo seguimos para um lugar mais afastados onde ficamos mais a vontade, eu achava que sonhava naquele momento, quando nos deitamos já cansados e sem nenhum efeito de álcool ou drogas eu a abraçava sentia seu perfume e mergulhava num dos meus mais profundos sonhos.....

bad trip?

as veses ouvir uma musica me faz pensar e como na maioria das veses nao falo muito o que penso nao para a maioria das pessoas so algumas em especial que podem me entender melhor. Nao falo porem escrevo as veses sonhos sem sentido dos quais eu gostaria de viver bom... aqui vai um 


numa madrugada fria cinzenta comum mais uma vez de volta ao lar
depois de uma comum caçada a almas inocentes, um encontro inesperado proibido mudaria para todo sempre o destino de muitas vidas.
uma mulher com um olhar estranho nunca visto antes, ainda mais surpreendente que não despertava sede nem aquele velho instinto q atraia as vitimas, uma pequena aproximação, e o jovem pergunta a aquela bela jovem o que ela fazia ali nesse horário. ela meio assustada diz que não tem família então não deveria se preocupar com o que as pessoas diriam pois ela faz o que quer de sua vida, quer somente encontrar a felicidade. notava se que a garota estava embriagada, o que causou mais interesse ainda por parte do jovem .
e ela devolvendo a pergunta, ele diz que ela não precisava saber e oferece sua companhia para leva la embora, ela recusa o que não o deixa surpreso pois a companhia de um estranho na madrugada é um tanto suspeita ele nem reluta nem pergunta o motivo da recusa. sem necessidade de pergunta ela diz que não tem destino, não tem para onde voltar.
tanto mistério envolvia cada vez mais o jovem, que sentia cada vez menos vontade de sair daquele local, e num impulso a convida para conhecer sua casa, e ela sem mais perguntas aceita logo o convite.
em toda sua vida o rapaz nunca tinha vivido situação igual com todo o seu poder de sedução nunca se sentiu tao atraído por alguém. mal sabia ele que a morte estava a espreita daquela jovem.
a caminho de sua casa a bela jovem estranha um pouco os caminhos mas demonstra apenas com expressões bem notáveis e pergunta se ainda falta muito, o jovem com uma expressão descontraída pede para q ela feche os olhos ela torna mais visível suas expressões mas logo fecha os olhos, o rapaz pede para q ela só abra quando ele pedir, e assim ela faz.
quando ela abre os olhos já esta diante de uma casa magnifica com jardins imensos porem melancólicos, ao entrar na casa, estranha um lugar tao grande tao belo sem a presença de nenhum empregado e logo pergunta onde se encontravam os criados, o rapaz diz q não ha criados ali por que não ha necessidade.
ela sente que ha mais mistérios do que ela podia imaginar. rapaz a guia ate seus aposentos os dois em silencio porem num mesmo pensamento, ao chegar a porta de seu quarto ele diz: bem é aqui que a senhorita passara a noite. e ficam parados diante da porta se olhando sentido os mesmo desejos e como se já soubessem que deviam fazer isso se beijam ardentemente como um casal apaixonado a anos redescobrindo o amor. entram no quarto num desejo fatigante por se deleitarem no prazer de seus corpos. uma musica, ouvia se de longe triste mas os barulhos do amor eram intensos a musica se tornava quase imperceptível.
começou ali um amor cheio de mistérios, que jamais nenhum dos dois quis desvendar.

o orgasmo foi como o primeiro, prazeroso como vir ao mundo, chegava assustar.
passado os momentos de extremo prazer o jovem pergunta a garota o que havia acontecido com sua famila, ela pensa em negar a se responder mas vê que não ha nada de mais em contar, então ela começa.
numa noite sua família estava a mesa de jantar depois de um dia cansativo de trabalho em sua pequena propriedade que prosperava mais a cada dia, ouvem os cães incessantes latirem rosnarem o pai da garota vai ate a porta da uma breve olhada mas nada vê. mal sabia ele que estava sendo observado a cada passo, volta a mesa e somente o silencio e olhares amedrontados tomavam seus rostos de repente arrancando a porta três homens que sorriam davam gargalhadas como se estivessem fazendo algo extremamente comum invadem sua humilde casa escolhendo qual daqueles pertenceria a eles, logo viram que eram três vampiros todos quase imoveis diante daquela cena por alguns segundos, começava a tortura os gritos. e apenas eu, disse a jovem consegui escapar por que estava trancada em meu quarto por uma discussão ocorrida com meu pai por que eu não aguentava mais tanta miséria.
a partir dai mais nenhuma pergunta fez o jovem que deu um abraço e disse que a partir daquele momento ela estaria protegida em seus braços. com lagrimas nos olhos ela correspondeu ao forte abraço.
o rapaz percebia que ia ser impossível esconder sua condição cessando o abraço pede a garota que olhe para os seus olhos e não o odeie depois do que ele dirá.
ela com um olhar assustado pede pra que ele conte logo. e então ele começa com palavras sutis diz q vive numa condição triste ao olhar da humanidade que era um bruxo, ela meio sem acreditar sem entender pede por uma melhor explicação, então ele diz com palavras diretas que se alimenta de almas de pessoas inocentes, a garota com um olhar de desprezo pergunta: então eu sou a sua próxima vitima?.
o rapaz responde: jamais tocaria você com malicia e tambem jamais permitiria que alguem fizesse isso.
ela sem entender o motivo com um olhar de indagação fica calada e ele continua a falar... não sei por que motivo mas eu não senti por um momento sequer vontade de vê la morta de absorver sua vida nem que você fosse a ultima alma deste mundo. e apenas um gesto de amor da fim a conversa sem mais perguntas sobre o passado.
a única coisa que preocupava o jovem bruxo é que a vida de sua amada nem sua beleza eram eternas como a dele e isso era um fato imutável.
numa noite já era comum a garota ver seu amado ir a caça pois não havia outra maneira dele continuar vivo então a única alternativa era aceitar a vida que a ele foi dada.
não imaginava ela que aquela noite foi a ultima que ela o veria
ela via a cena acontecida no dia em q perdeu sua família se repetir tomada de um medo absurdo chama por seu amado que estava longe.
quando ela vê um rosto estranho em sua janela sente a agonia da morte lhe tocar, quando o estranho quebra a vidraça e vai em sua direção com um olhar atraente como se quisesse dizer que esta tudo bem para ela fique tranquila a toma em seus braços e num golpe certeiro retira todo o seu sangue a deixando sem uma gota de esperança.
o sol já estava próximo e o vampiro ainda saboreava a carne da bela jovem. quando seu amado chega e vê aquela cena. o vampiro se assusta ao ver que ela pertencia a um bruxo tenta dizer em voz tremula que não sabia clama perdão.
palavras nem ouvidas pelo rapaz inconsolável com um ódio extremo lança um olhar de puro ódio contra aquele ser sanguinário e lança a praga... jamais um ser que vivesse de sangue sentiria o sol novamente. e o vampiro salta para fora da casa e olha para o horizonte o alvorecer estava chegando meio sem acreditar em tal praga continua seu caminho, e a chegada do primeiro raio de sol sente sua vida acabar torna se luz. e assim começou o eterno ódio dos imortais.

aqui ta o link de download da musica clarisse do legiao urbana que me inspirou nisso:  download